O jornalista Giovanni Meireles desapareceu do vídeo nos últimos dias. Como de praxe, surgiram teses oficiosas sobre a ausência de Dom Giggio na TV Arapuan desde que Marconi Ferreira passou a apresentar o programa sozinho. Em sua coluna no site Pbagora, Giovanni avisa que está entrando em férias depois de 11 anos de trabalho no Sistema Arapuan.
A partir desta data, estou entrando em férias regulamentares de 30 dias, como apresentador do programa de televisão “Rede verdade”, que vai ao ar diariamente (de segunda-feira a sábado), das 13h10 às 13h50, pela TV Arapuan (canal 11, em Campina Grande e canal 14, em João Pessoa).
Onze anos sem descanso
Estou vinculado ao Sistema Arapuan de Comunicação há 11 anos (desde 1999), ora apresentando programa de rádio na Arapuan FM (95,3), durante oito anos ou como âncora de talk-show na TV, inicialmente na Miramar (canal 4, na TV aberta e canal 15 na Net, TV a cabo) e depois na própria afiliada local da Rede TV! (há quatro anos, somando-se o período de trabalho profissional referente à emissora educativa mantida pela Fundação Virginius da Gama e Melo).
Quinta-feira, Março 25, 2010
Quarta-feira, Março 24, 2010
Começou
A série de demissões prevista pelo Parem as Máquinas! nos Diários Associados começou no final do expediente de hoje. O gerente de circulação do jornal O Norte, Carlos Mousinho, foi dispensado.
Terça-feira, Março 23, 2010
Vaga para repórter
O site www.fiqueligado.com.br está procurando um repórter para cobrir as áreas de cultura e entretenimento. Paga-se o piso para uma carga horária de meio período.
O profissional deve estar antenado com temas da cultura jovem, conhecer os filmes, bandas do momento e gostar de mangás, por exemplo.
Mais informações pelo email adm_paulocarvalho@hotmail.com
O profissional deve estar antenado com temas da cultura jovem, conhecer os filmes, bandas do momento e gostar de mangás, por exemplo.
Mais informações pelo email adm_paulocarvalho@hotmail.com
Sexta-feira, Março 19, 2010
A gente veio aqui para comer ou para perguntar?
O deputado federal Wilson Santiago ofereceu um café da manhã à imprensa hoje de manhã no Mangai para lançar seu website. À medida que os jornalistas foram chegando ao restaurante, já iam entrevistando o anfitrião, que repetiu "n" vezes a intenção de disputar o Senado Federal, descartando, inclusive, configurar a chapa do governador José Maranhão na condição de vice.
Apesar disso, o mestre de cerimônias do evento resolveu, em meio à apresentação do site de Santiago, começar uma entrevista coletiva. Os repórteres já estavam enchendo o bucho quando o cidadão perguntou quem queria fazer perguntas ao deputado. Ouviu-se apenas o som dos pratos e talheres. Mais incisivo, o apresentador chamou nominalmente o Padre Albeni Galdino para indagar qualquer coisa ao federal.
- Ô, meu filho, eu quero é tomar café.
Apesar disso, o mestre de cerimônias do evento resolveu, em meio à apresentação do site de Santiago, começar uma entrevista coletiva. Os repórteres já estavam enchendo o bucho quando o cidadão perguntou quem queria fazer perguntas ao deputado. Ouviu-se apenas o som dos pratos e talheres. Mais incisivo, o apresentador chamou nominalmente o Padre Albeni Galdino para indagar qualquer coisa ao federal.
- Ô, meu filho, eu quero é tomar café.
Quinta-feira, Março 18, 2010
Polêmica da Solidariedade
Recentemente, o empresário e radialista Fabiano Gomes levantou uma polêmica em seu site (www.politicapb.com.br) ao reclamar de não ter recebido a solidariedade da Associação Paraibana de Imprensa (API) quando foi dispensado do Sistema Arapuan, onde atuava no rádio e na televisão. Ele alega ter sido vítima de perseguição política em um caso que noticiado em tempo real (no momento em que aconteceu) aqui no Parem as Máquinas!.
A coluna de Fabiano fazendo a queixa contra a API pode ser lida clicando aqui.
A propósito dessa reclamação, a presidente da Associação Paraibana de Imprensa, Marcela Sitônio emitiu hoje uma nota em que comenta vários episódios relacionados à alegada perseguição política praticada pela Secretária de Comunicação do Governo do Estado, Lena Guimarães, e cita especificamente a dispensa de Fabiano do Sistema Arapuan: "Pedi que apresentasse as provas e formalizasse suas graves denúncias, para que a API se pronunciasse, até porque Lena é sócia da entidade. Ainda estou esperando você aparecer, mesmo sem ser sócio".
Marcela ainda fala sobre as demissões de Adelton Alves da Tambaú FM (Adelton já foi superintendente da Rádio Tabajara, atuava sob a mesma orientação da Secom, só que do Governo anterior (...) O que você chama de “perseguição política, eu classifico de divergência sobre linha editorial, onde não cabe a API intervir). Já a ironia do secretário de Segurança que chamou o radialista Edmilson Pereira de "Pedro Bó" foi relatada da seguinte maneira: "O episódio foi lamentável porque mostrou o despreparo de uma autoridade para tratar com a imprensa, mas foi um ato isolado entre um entrevistado e um repórter. Prontifiquei-me a entrar no programa de Edmilson, repudiar a atitude do secretário, mas ele não considerou importante minha intervenção. Ato covarde é este que você fez na sua coluna, me acusando de omissa".
A coluna de Fabiano fazendo a queixa contra a API pode ser lida clicando aqui.
A propósito dessa reclamação, a presidente da Associação Paraibana de Imprensa, Marcela Sitônio emitiu hoje uma nota em que comenta vários episódios relacionados à alegada perseguição política praticada pela Secretária de Comunicação do Governo do Estado, Lena Guimarães, e cita especificamente a dispensa de Fabiano do Sistema Arapuan: "Pedi que apresentasse as provas e formalizasse suas graves denúncias, para que a API se pronunciasse, até porque Lena é sócia da entidade. Ainda estou esperando você aparecer, mesmo sem ser sócio".
Marcela ainda fala sobre as demissões de Adelton Alves da Tambaú FM (Adelton já foi superintendente da Rádio Tabajara, atuava sob a mesma orientação da Secom, só que do Governo anterior (...) O que você chama de “perseguição política, eu classifico de divergência sobre linha editorial, onde não cabe a API intervir). Já a ironia do secretário de Segurança que chamou o radialista Edmilson Pereira de "Pedro Bó" foi relatada da seguinte maneira: "O episódio foi lamentável porque mostrou o despreparo de uma autoridade para tratar com a imprensa, mas foi um ato isolado entre um entrevistado e um repórter. Prontifiquei-me a entrar no programa de Edmilson, repudiar a atitude do secretário, mas ele não considerou importante minha intervenção. Ato covarde é este que você fez na sua coluna, me acusando de omissa".
Quarta-feira, Março 17, 2010
Fly away
O fotógrafo Felipe Gesteira (Jornal da Paraíba) estava hoje tranquilamente parado em sua motoca quando uma Kombi (!!!!) sem freio atingiu o rapaz. Com o impacto, o retratista voou asfalto à frente. Felizmente, os danos físicos foram superficiais e o moço até apareceu para trabalhar.
No Twitter, Gesteira comentou o acidente: "Ainda há quem não acredita em santo protetor ou anjo da guarda. Meu Ogum é mesmo forte, segurou a pancada".
No Twitter, Gesteira comentou o acidente: "Ainda há quem não acredita em santo protetor ou anjo da guarda. Meu Ogum é mesmo forte, segurou a pancada".
Nuvem negra
Quando pensamos que já tínhamos visto de tudo, eis que os remanescentes dos Associados-PB voltam a ser assombrados pelo fantasma de uma nova lista de demissões. Não se comenta outra coisa nos corredores da TV e Rádio Clube e do Jornal O Norte. Parece que uma nova leva vai deixar o grupo ainda esta semana ou na próxima. A crise se torna ainda mais aguda.
Segunda-feira, Março 15, 2010
Piso afundado
Macambúzia e sorumbática depois do edital da prefeitura de Cabedelo e do mísero salário mínimo exigido para jornalista de nível médio, telefonei ao presidente do Sindicato dos Jornalistas, Land Seixas, para consulta-lo sobre alguma providência prática contra essa esculhambação profissional.
Em resumo, Land disse que está tentando agendar uma audiência com o prefeito Zé Régis para tentar reverter a situação, mas adiantou que minha alegação (de que o piso dos jornalistas é superior ao mínimo) não poderia ser aplicada neste caso. É que o piso vale apenas para empresas privadas. O serviço público tem seu próprio estatuto.
Em resumo, Land disse que está tentando agendar uma audiência com o prefeito Zé Régis para tentar reverter a situação, mas adiantou que minha alegação (de que o piso dos jornalistas é superior ao mínimo) não poderia ser aplicada neste caso. É que o piso vale apenas para empresas privadas. O serviço público tem seu próprio estatuto.
Sexta-feira, Março 12, 2010
Nós, os sem diplomas
A prefeitura de Cabedelo lançou o edital de seu concurso público e prevê duas vagas para jornalista. Exige-se apenas nível médio e o salário oferecido é o mínimo, R$ 510 para 40 horas semanais.
Quem duvidar, pode acessar o edital e se lamuriar clicando aqui
Quem duvidar, pode acessar o edital e se lamuriar clicando aqui
Quinta-feira, Março 11, 2010
Intimidação
A repórter Pollyana Sorrentino, do jornal Correio da Manhã, da 98 FM, prestou queixa hoje de manhã na 4ª delegacia distrital contra o vigilante Joel de Morais, 42 anos, prestador de serviços da Prefeitura de João Pessoa, por causa da agressão física e a pela intimidação sofrida quando a moça atendia a uma reclamação da comunidade e denunciava a falta de médicos e estrutura no posto do PSF do Ernesto Geisel.
Pollyana acompanhada de dois moradores do bairro entrou no posto a fim de verificar as infiltrações e depósito de sucata e outras falhas no PSF local. O vigilante afirmou que sua presença no interior do prédio era proibida. A repórter, então, partiu para a área externa, onde um formigueiro de grandes proporções chamou sua atenção. Antes que pudesse fotografa-lo, o vigilante puxou o braço de Pollyana com força e proibiu-a também de captar a imagem.
O próximo passo de Joel foi agarrar o celular da repórter e pressiona-lo contra a mão de Pollyana, impedindo que o clique fosse disparado.
A partir daí, a confusão foi formada, os pacientes e os denunciantes se solidarizaram com a repórter da 98 FM e o vigilante saiu de cena.
O Parem as Máquinas! se solidariza a Pollyana e repudia a truculência do vigilante que excedeu o limite de sua atribuição funcional para barrar o trabalho da imprensa.
A seguir, a nota emitida pela Associação Paraibana de Imprensa (API) sobre o episódio:
Associação Paraibana de Imprensa (API) vem, publicamente, manifestar solidariedade à jornalista Polyana Sorrentino, do Sistema Correio, vítima de agressão física, cometida pelo vigilante do Posto municipal da Saúde da Família (PSF), na manhã desta quinta-feira (11.03), no bairro do Geisel, em João Pessoa.
Repudiamos atos dessa natureza contra qualquer cidadão, principalmente, os profissionais da imprensa, em pleno exercício da profissão, cumprindo seu dever de dar voz à população, ao denunciar os problemas enfrentados pelas comunidades e as demandas sociais que nem sempre são atendidas pelo poder público.
Exigimos que este ou qualquer outro caso de violência, sobretudo partindo dos que deveriam evitá-los, que haja advertência e punição pelo delito cometido.
Marcela Sitônio
Presidente
Pollyana acompanhada de dois moradores do bairro entrou no posto a fim de verificar as infiltrações e depósito de sucata e outras falhas no PSF local. O vigilante afirmou que sua presença no interior do prédio era proibida. A repórter, então, partiu para a área externa, onde um formigueiro de grandes proporções chamou sua atenção. Antes que pudesse fotografa-lo, o vigilante puxou o braço de Pollyana com força e proibiu-a também de captar a imagem.
O próximo passo de Joel foi agarrar o celular da repórter e pressiona-lo contra a mão de Pollyana, impedindo que o clique fosse disparado.
A partir daí, a confusão foi formada, os pacientes e os denunciantes se solidarizaram com a repórter da 98 FM e o vigilante saiu de cena.
O Parem as Máquinas! se solidariza a Pollyana e repudia a truculência do vigilante que excedeu o limite de sua atribuição funcional para barrar o trabalho da imprensa.
A seguir, a nota emitida pela Associação Paraibana de Imprensa (API) sobre o episódio:
Associação Paraibana de Imprensa (API) vem, publicamente, manifestar solidariedade à jornalista Polyana Sorrentino, do Sistema Correio, vítima de agressão física, cometida pelo vigilante do Posto municipal da Saúde da Família (PSF), na manhã desta quinta-feira (11.03), no bairro do Geisel, em João Pessoa.
Repudiamos atos dessa natureza contra qualquer cidadão, principalmente, os profissionais da imprensa, em pleno exercício da profissão, cumprindo seu dever de dar voz à população, ao denunciar os problemas enfrentados pelas comunidades e as demandas sociais que nem sempre são atendidas pelo poder público.
Exigimos que este ou qualquer outro caso de violência, sobretudo partindo dos que deveriam evitá-los, que haja advertência e punição pelo delito cometido.
Marcela Sitônio
Presidente
Quarta-feira, Março 10, 2010
Vestindo a camisa
O prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, estava no show de Fernanda Abreu na última segunda-feira quando uma equipe da TV Tambaú chegou ao local e quis entrevista-lo. Ele atendeu ao convite e foi falar com a reportagem do canal 5.
Enquanto o Mago falava, o telespectador mais atento pôde perceber que ele vestia a camisa do Chargespb, presente do humorista Cristovam Tadeu, e divulgava uma atração da TV Cabo Branco, concorrente da Tambaú.
Enquanto o Mago falava, o telespectador mais atento pôde perceber que ele vestia a camisa do Chargespb, presente do humorista Cristovam Tadeu, e divulgava uma atração da TV Cabo Branco, concorrente da Tambaú.
Terça-feira, Março 02, 2010
Bola fora
Depois de estrondosa campanha no Twitter em busca dos chinelos do Picolé de Manga, a jornalista Nelma Figueiredo volta a bombar em seu microblog contando o efeito da bolada que levou ontem, durante o treino de reapresentação do Auto Esporte. A repórter da TV Correio estava fazendo uma matéria quando a gorduchinha acertou seu rosto.
Com quatro pontos internos, ela recebeu um atestado médico e teve que ficar no estaleiro enquanto se recupera. Os detalhes estão no http://twitter.com/nelmafigueiredo
Com quatro pontos internos, ela recebeu um atestado médico e teve que ficar no estaleiro enquanto se recupera. Os detalhes estão no http://twitter.com/nelmafigueiredo
Rolo
Para chegar ao salão do Hotel Tambaú onde foi realizado o encontro das oposições, ontem de manhã, muitas pessoas, especialmente os jornalistas, não precisaram nem andar. Bastava ao incauto, como eu, estar perto do prefeito Ricardo Coutinho e do deputado federal Ciro Gomes, para ser arrastado pela multidão. O rolo compressor foi levando a gente. Quando vi a porta do hotel, me segurei nela e consegui escapar da turba.
Menos sortudo que eu, o apresentador da Tambaú FM, Fernando Braz, foi levado. Quando o tumulto passou, o celular de Brazilino tinha desaparecido.
Menos sortudo que eu, o apresentador da Tambaú FM, Fernando Braz, foi levado. Quando o tumulto passou, o celular de Brazilino tinha desaparecido.
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