A repórter Pollyana Sorrentino, do Correio da Manhã, foi ao presídio do Róger hoje cedo para acompanhar a entrada das esposas e namoradas de detentos, seis dias depois do incêndio que causou seis mortes naquela instituição.
O objetivo das entrevistas era demonstrar o sentimento das mulheres no momento de reencontrar os esposos e namorados depois de uma tragédia como a de sexta-feira. Foi justamente isso que perguntou Pollyana à primeira entrevistada. Resposta dela:
"Não dá nem pra explicar a sensação de molhar o ganso".
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
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10 comentários:
Essa resposta foi uma "patada"!
Isso são coisas do Jornalismo Ao Vivo. É o povo expressando a sua vontade e o desejo carnal.
A moça estava tão feliz em matar a saudade do marido, após 23 dias sem acesso, que até esqueceu que estava ao vivo em um Porgrama de rádio...bom demais a naturalidade do povo! Sim...a palavra que ela usou não foi bem ganso...kkkkkkkkk
Ainda não te conheço Cláudia...mas todos da Correio falam muito bem de ti! Espero ter esse prazer em breve! bj
O quê? O ex-secretário Pedro Adelson chamou a todas elas de "raparigas", e me parece que foi "ao vivo". É o espírito Hugo Chavez que está solto.
Eita, essa daí tava afoita viu !!!
Eu pensei que tinha sido ganso... foi o que, então? Ou é melhor nem perguntar? Como diz meu amigo Osvaldo, ô vidão!
Cláudia, não foi ganso, mas "PINTO". Pelo menos vc não saiu da fauna....kkkkkk
Abraço!!!!!
A mulher estava tão emocionada que misturou foi tudo. A expressão mesmo é "afogar o ganso". Mas, pouco importa. Todo mundo entendeu.
E eu, de férias em Pernambuco, perdi esse "muído" do "Ganso do Róger", ou do "Pinto do Róger", como queiram. rsrs Mas ainda bem que temos a antenadíssima Cláudia Carvalho para informar sobre os bastidores da imprensa aos que estão longe.
Abraço, Cláudia!
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