Segunda-feira, Maio 25, 2009

Polissemia



O leitor Leandro Braulio está treinando para ser Walter Galvão quando crescer. Enquanto isso, ele defende o JÁ como exemplo do fenômeno semântico da polissemia.
Só consegui entender a profundidade da tese de Leandro quando vi o JÁ nas bancas no último sábado.

A manchete era: O PAL COMEU: DATENA E GILBERTO BARROS TROCAM TABEFES EM CHURRASCARIA

É exemplo de polissemia, sim.

Pal foi um neologismo criado para fazer uma clara alusão ao inglês "pal", que significa camarada, companheiro.

7 comentários:

Taty Valéria disse...

Claudinha amiga, nessa você foi óóóótima!

Wagner Hardman Lima disse...

Intrigou-me essa multiplicidade de sentidos que o cara citou, mas cada cabeça... uma "viagem". ahuahuahua

muito boa a sacada! Logo, logo, vc será convidada para integrar o Já! heheheheh

Joyce disse...

Cláudia....essa realmente foi show.... eheheheh

Anônimo disse...

Com certeza Walter Galvão não estava no fechamento do jornal...

Ou estava???

Paulo Gustavo disse...

Conforme havia comentado num post anterior, talvez seja este tipo de conteúdo que o JÁ acrescenta hahaahah.

leandro_braulio disse...

De todo modo, este exemplo (aspecto) demonstra, e exprime, que o sentido de uma frase não tem a ver só com sua estrutura, tem a ver com a história dos sentidos da própria frase, com outros sentidos de outras frases e, fumdamentalmente, com a relação das frases com as coisas sobre as quais se fala.

Cláudia Carvalho disse...

Ah, sim. Entendi. A propósito: Daqui a pouco, vamos mostrar que o Parem! é pop.