Quarta-feira, Maio 02, 2007

Terror na linha

Hoje de manhã, um telefonema dado ao radialista Antônio Malvino, da Arapuan FM, causou tensão entre os colegas que cobrem o noticiário da Assembléia Legislativa. Malvino estava no comitê de Imprensa quando recebeu uma ligação a cobrar. Do outro lado da linha, um homem anunciava que o filho do radialista havia sido seqüestrado e estava sendo torturado naquele momento. Com direito a gritos e tudo.

Aperreado, Malvino acabou entregando uma informação preciosa ao bandido. Perguntou se o suposto seqüestrado era Diego. Pronto. O marginal passou a usar o nome do rapaz como se o crime realmente tivesse acontecido. Passado o susto inicial, Malvino desligou o telefone e ligou para o filho, que atendeu. Quando o bandido voltou a chamar, tudo que conseguiu foi ouvir umas esculhambações.

4 comentários:

Anônimo disse...

É verdade!! presenciei a agonia do nobre radialista. Ficamos todos apreensivos. Já pensou o susto?!!Ainda bem que não aconteceu nada. Fiquemos de alerta doravante. A máfia já chegou a JP.

Anônimo disse...

Galera do Parem as Máquinas:

Este tipo de abordagem foi capa recente da Revista Veja; matéria do Fantástico da rede Globo e Jornal Nacional; noticiário local desde o ano passado na PB, quando o então secretário Harrisson Targino, alertou - através de todos os meios de comunicação do Estado - que havia registro de uma série de vítimas deste tipo de seqüestro simulado na PB.
Toda a solidariedade ao nobre profissional e colega, mas fica aqui o registro que esta prática não é "nova" (ou inédita no território paraibano).

Anônimo disse...

Gente que maldade cara!

Anônimo disse...

Que não é fato inédito todos sabemos, mas quando acontece sempre gera a dúvida: e se for verdade?! Fácil falar, dificil é saber reagir no momento da agonia. Que bom que não era verdade!!! Graças a Deus!